Cultura Inglesa Juiz de Fora

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Em junho de 1955 era fundada a Sociedade Brasileira de Cultura Inglesa de Juiz de Fora, entidade privada sem fins lucrativos. Foi o coroamento do esforço de um grupo de professores, profissionais liberais e várias pessoas que tinham afinidade com a língua inglesa e desejavam difundi-la em nossa cidade.
Para a fundação da Cultura Inglesa, os idealizadores tiveram a colaboração da Sociedade Brasileira de Cultura Inglesa do Rio de Janeiro, que nos mandou seu Diretor Administrativo, Mr. Michael Everett, para ver de perto as condições de nossa cidade. Ele ficou entusiasmado, e obteve junto à Direção da Cultura do Rio uma importância em dinheiro para instalação da Cultura de Juiz de Fora.


D. Marion e a Cultura Inglesa
Marion Moss, filha de John William Moss e Jemima Trotter, nasceu em 1906 em Swinton, pequena cidade na Inglaterra, perto de Manchester, Lancashire. Mudou-se para o Brasil em 1914 com a familia uma vez que seu pai veio para o Rio de janeiro a trabalho. Sua mãe morreu no mesmo ano e Marion foi para um colégio interno por 4 anos. Mr. Moss volta à Inglaterra em 1918, casa-se com a Sra. Jane e Marion fica lá para estudar. Mr. Moss, com um excelente contrato de trabalho na Fábrica Santa Cruz, fixa residência em Juiz de Fora. Marion retorna ao Brasil formada como secretária Executiva. Emprego para mulheres em 1923? Impossível! Conheceu Sadi Carnot de Miranda Lima, famoso advogado, criminalista e futuro político, que a empregou. Um ano depois, se casaram. Tiveram duas filhas, Daisy e Marion Jr (Baby).
Em 1955, D. Marion juntamente com sua filha Marion Junior (Baby), Dr. Geraldo Brigatto, Professor Altivo, já com o grupo "Sit and Chat Club", partem para a fundação da Sociedade Brasileira de Cultura Inglesa de Juiz de Fora com uma doação de 30 carteiras pelo Conselho Britânico. Tempos depois, D. Marion tornou-se Diretora Executiva e professora. Seu pai, Mr. Moss, assumiu a vice-presidência da Sociedade, cargo que ocupou até sua morte. Mr. Moss deixou um grande acervo de livros e móveis para a Cultura.

Marion Moss, filha de John William Moss e Jemima Trotter, nasceu em 1906 em Swinton, pequena cidade na Inglaterra, perto de Manchester, Lancashire. Mudou-se para o Brasil em 1914 com a familia uma vez que seu pai veio para o Rio de janeiro a trabalho. Sua mãe morreu no mesmo ano e Marion foi para um colégio interno por 4 anos. Mr. Moss volta à Inglaterra em 1918, casa-se com a Sra. Jane e Marion fica lá para estudar. Mr. Moss, com um excelente contrato de trabalho na Fábrica Santa Cruz, fixa residência em Juiz de Fora. Marion retorna ao Brasil formada como secretária Executiva. Emprego para mulheres em 1923? Impossível! Conheceu Sadi Carnot de Miranda Lima, famoso advogado, criminalista e futuro político, que a empregou. Um ano depois, se casaram. Tiveram duas filhas, Daisy e Marion Jr (Baby).
Em 1955, D. Marion juntamente com sua filha Marion Junior (Baby), Dr. Geraldo Brigatto, Professor Altivo, já com o grupo "Sit and Chat Club", partem para a fundação da Sociedade Brasileira de Cultura Inglesa de Juiz de Fora com uma doação de 30 carteiras pelo Conselho Britânico. Tempos depois, D. Marion tornou-se Diretora Executiva e professora. Seu pai, Mr. Moss, assumiu a vice-presidência da Sociedade, cargo que ocupou até sua morte. Mr. Moss deixou um grande acervo de livros e móveis para a Cultura.
Aos 70 anos, D. Marion se aposentou e recebeu, como reconhecimento de seu trabalho para difundir a cultura e a língua inglesas, a comenda de Member of the British Empire (MBE), outorgada por Sua Majestade, a Rainha Elizabeth II da Inglaterra. O título foi recebido do Príncipe Charles, quando de sua vinda ao Brasil. Na entrada da Cultura Inglesa há um retrato de D. Marion recebendo a comenda do Príncipe de Gales, que também pode ser visto aqui.
D. Marion recebeu ainda os títulos de Cidadã Honorária de Juiz de Fora e Personalidade do Ano de 1978. Faleceu em 1991 aos 84 anos.


Onde a Cultura já esteve
A Cultura Inglesa de Juiz de Fora iniciou suas atividades nas dependências da Galeria Pio X, em pleno centro da cidade, onde ocupava 3 salas de aula e a secretaria (na qual funcionava a biblioteca).
Em 1967 mudou-se para uma enorme casa à Rua Floriano Peixoto, 741. A secretaria funcionava em uma ampla sala, juntamente com a Biblioteca e sala de espera. Havia uma sala para a Diretoria de Ensino e uma para a Diretoria Administrativa e 6 salas de aula, tendo sido construídas mais duas posteriormente. Enquanto estava instalada naquele endereço, a Cultura Inglesa recebeu em doação do Conselho Britânico equipamentos vindos de Curitiba para instalação de um laboratório de línguas, o qual foi prontamente instalado e funcionou por muitos anos.
Em julho de 1979, a Cultura Inglesa de Juiz de Fora mudou-se para a Av. dos Andradas, 536, onde está até hoje, ao adquirir o prédio que foi construído para ser um colégio, sendo, por isso, muito amplo, com 12 salas de aula, biblioteca, secretaria, diretoria administrativa, supervisão, sala de professores e cantina. Para a compra do imóvel, a Cultura Inglesa fez empréstimos, já saldados, com os membros da Mesa Administrativa, e diversas pessoas ligadas à entidade.
Na década de 80, a unidade foi reformada, ganhando aspectos mais modernos de acordo com a época. E essas atualizações vêm ocorrendo desde então, para proporcionar ao aluno um ambiente agradável.
Em 1994, a Cultura Inglesa de Juiz de Fora realizou sua primeira excursão de estudos para a Inglaterra. O primeiro grupo, composto por 10 alunos e 3 professores, freqüentou cursos de níveis variados para alunos estrangeiros na Universidade de Cambridge, com duração de pouco mais de quatro semanas. Ao final dos estudos, o grupo aproveitou para conhecer melhor, não só a Inglaterra, mas outros países da Europa, sempre praticando o inglês.
Em julho de 1979, a Cultura Inglesa de Juiz de Fora mudou-se para a Av. dos Andradas, 536, onde está até hoje, ao adquirir o prédio que foi construído para ser um colégio, sendo, por isso, muito amplo, com 12 salas de aula, biblioteca, secretaria, diretoria administrativa, supervisão, sala de professores e cantina. Para a compra do imóvel, a Cultura Inglesa fez empréstimos, já saldados, com os membros da Mesa Administrativa, e diversas pessoas ligadas à entidade.
Na década de 80, a unidade foi reformada, ganhando aspectos mais modernos de acordo com a época. E essas atualizações vêm ocorrendo desde então, para proporcionar ao aluno um ambiente agradável.
Em 1994, a Cultura Inglesa de Juiz de Fora realizou sua primeira excursão de estudos para a Inglaterra. O primeiro grupo, composto por 10 alunos e 3 professores, freqüentou cursos de níveis variados para alunos estrangeiros na Universidade de Cambridge, com duração de pouco mais de quatro semanas. Ao final dos estudos, o grupo aproveitou para conhecer melhor, não só a Inglaterra, mas outros países da Europa, sempre praticando o inglês.

Em 1996, uma filial foi aberta no Alto dos Passos, de modo a facilitar o acesso à Cultura de pais e alunos que residem na parte sul de Juiz de Fora, uma vez que hoje a cidade já oferece dificuldades para grandes deslocamentos. A filial está plenamente equipada, possui cerca de 400 alunos e cresce mais rapidamente que a sede. A atmosfera é positiva e as instalações, muito modernas e agradáveis.
O ano 2000 foi um marco para as atividades culturais da Cultura Inglesa. Foi realizada a primeira festa de Halloween da cidade fora dos muros da escola. A Cultura Inglesa alugou o espaço da boate Viva Bela e proporcionou uma festa inesquecível para seus alunos mais jovens. A comemoração continua sendo realizada e a cada ano ganha novidades e proporções ainda maiores.